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Deape faz balanço das atividades desenvolvidas em 2017

Debates abordando questões como drogas e álcool e sua influência na saúde sexual e projetos sobre desafios no trabalho, discutindo a construção de novas possibilidades de emprego e esclarecendo sobre o mercado de trabalho, além de visitas ao Aquário Marinho do Rio (AquaRio), Jardim Botânico e cinema do circuito Kinoplex. Essas foram algumas das atividades promovidas pelo Departamento de Ações Pró-Sustentabilidade (Deape) do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), em 2017, que também contou com palestras, circuito cultural e com os programas “Estudar para Qualificar”, “Arte e Inclusão” e “Portas Abertas”. Em 2017 o Deape reuniu 525 participantes distribuídos nos seus quatro projetos: Começar de Novo, promovendo ações de ressocialização de cidadãos com condenação criminal; Jovens Mensageiros, desenvolvendo a inserção de jovens no mercado de trabalho, através de uma experiência profissional supervisionada; Justiça pelos Jovens, proporcionando a jovens em cumprimento de medida socioeducativa, ou após cumprimento, a primeira experiência profissional no mercado formal de trabalho; e Pais Trabalhando, oferecendo ocupação remunerada aos chefes de família através da inserção no mercado de trabalho formal. No programa Jovens Mensageiros, por exemplo, 78% dos 129 participantes deram continuidade ao ensino regular. Desse total, 71 concluíram algum curso de aprimoramento, destacando-se os cursos de qualificação técnica (59%), de idiomas (21%), de formação de condutor (15/5) e preparatório para concursos (5%). Durante o ano de 2017 passaram pelo programa Justiça pelos Jovens 151 participantes, entre jovens em cumprimento de medida socioeducativa ou após cumprimento. De acordo com o levantamento do Deape, dentre os 50 participantes que se desligaram do Projeto Justiça pelos Jovens em 2016, 80% não tiveram nova anotação criminal. Entre os 151 participantes que passaram pelo projeto em 2017, 130 estavam matriculados em ensino regular e 21 já tinham concluído o Ensino Médio. Dentre os matriculados, 77% dos participantes tiveram progressão escolar e apenas 16% foi reprovado. Também no ano passado passaram pelo projeto Pais Trabalhando 130 participantes. Desse total, 65% tinham completado algum nível de escolarização formal. Durante o tempo de permanência no projeto, 14% dos participantes voltaram a cursar o ensino regular e o número de participantes com algum nível de ensino incompleto diminuiu em 9%. Cerca de 30% dos participantes realizou algum curso de aprimoramento da capacidade profissional em 2017. JM/SF
17/01/2018 (00:00)
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