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O que podemos fazer por você pessoa física? É realmente necessário contar com um advogado?

Vivemos sob a influência de uma cultura na qual aprendemos desde cedo que o correto ou, ao menos o mais fácil, é remediar e não prevenir. Tal padrão de comportamento influencia nossas vidas mais do que somos capazes de imaginar. Agimos por intuição, esperamos que tudo aconteça sempre de acordo com o que planejamos e quando algo foge ao nosso controle, pensamos no que fazer para diminuir as consequências de atitudes que no passado tomamos por impulso, sem a devida orientação.
 
Entretanto, o que muitos desconhecem é que as consequências jurídicas dos negócios que praticamos, nem sempre são remediáveis e mais cedo ou mais tarde, chega o momento de lamentarmos muitíssimo não termos pensado na prevenção de possíveis aborrecimentos.
 
Prevenir problemas, evitar grandes perdas financeiras, tornar a vida civil mais segura, contribuir para que as decisões sejam tomadas no momento certo, avaliar riscos e alertar sobre resultados são apenas alguns dos benefícios que uma consultoria jurídica pode oferecer a uma pessoa física.
 
Nesse momento talvez nosso leitor se pergunte: mas estaria eu tão sujeito a riscos nos negócios que celebro cotidianamente ao ponto de precisar consultar um advogado para tudo? A tal justa indagação nós responderemos lembrando ao leitor que mesmo sem perceber e independentemente de sua classe social, num único dia, dezenas de negócios jurídicos são celebrados.
 
Há quem duvide, mas a verdade é que firmamos contrato ao abastecermos nossos veículos, ao fazermos uso de transportes coletivos, ao tomarmos um táxi, ao fazermos compras num supermercado, ao estacionarmos os carros, ao fazermos refeições em restaurantes, ao comprarmos e vendermos bens e serviços, ao levarmos nossos filhos à escola, ao pagarmos compras com cartão de crédito, ao sacarmos dinheiro num banco, ao irmos ao cinema ou ao shopping, ao contribuirmos para previdência social, dentre tantos outros negócios que celebramos cotidianamente.
 
Por certo, não precisamos andar com um advogado o tempo todo ao nosso lado nos orientando a cada passo e felizmente, a maioria dos negócios mencionados não traz consequências jurídicas negativas às nossas vidas, o que não significa que estamos imunes, protegidos de falhas das empresas com as quais negociamos.
 
O contrato de transporte, por exemplo, que se celebra ao entrarmos num ônibus, num avião ou num táxi, termina quando chegamos sãos e salvos em nossos destinos e nenhum dano nos sobrevém. Entretanto, poderíamos dizer o mesmo se o ônibus ou táxi sofressem alguma batida e saíssemos feridos? O que dizer se nosso vôo sofresse um atraso de horas sem que a companhia aérea nos desse qualquer assistência? E se o nosso prato preferido que comemos todos os dias num restaurante perto das nossas casas ou trabalho, contasse com algum ingrediente vencido que nos fizesse adoecer? O que dizer do nosso cartão de crédito que recusou o pagamento de uma compra mesmo com as faturas pagas? E se o dinheiro ficasse preso no caixa eletrônico e não conseguíssemos terminar o saque? E se formos assaltados dentro de um shopping ou tivermos nosso carro furtado dentro de um supermercado? E se a casa ou o carro que compramos em perfeito estado começar a apresentar algum defeito que torne impossível a sua utilização? E se o Instituto Nacional de Previdência Social nos recusar um benefício mesmo após anos e anos de trabalho e contribuição?
 
O que dizer do amor, do nascimento e da morte? Conseguimos pensar na celebração de um negócio jurídico quando nos casamos? Conseguimos pensar no nascimento e na morte como fatos sociais que produzem consequências jurídicas importantes e para as quais precisamos estar preparados? Temos condições de avaliar que um casamento implica na escolha de um regime de bens que será importante no caso de um divórcio? Conseguimos pensar no nascimento como ato que envolve direito de filiação, direito ao nome, direito sucessório dentre outros? É possível pensar na morte como marco inicial para o exercício de uma série de direitos que envolvem herança e sucessão?
 
Eis que é justamente para isso que existem os operadores do Direito, para pensar nos eventos sociais que fazem parte da vida de um modo que não seria possível a qualquer outro profissional pensar e analisar.
 
No mundo perfeito, onde não ocorrem imprevistos, onde não existe um sistema jurídico que nos envolve numa relação entre descumprimento da Lei e punição, advogados não são necessários. Em nosso mundo, contudo, onde cada ato que praticamos pode implicar em inúmeras consequências jurídicas quando os planos não saem exatamente como esperado, os advogados continuarão sendo necessários, talvez até mais do que necessários, fundamentais.
 
Portanto, não tenha dúvidas ao deparar-se com a pergunta que serve de título ao nosso texto: Preciso de um advogado? Consulte sempre um profissional. Na dúvida, prefira prevenir a remediar.
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